é o nome do primeiro livro de auto-ajuda cuja orelha escrevi, recentemente. O livro ensina a abrir o canal de comunicação entre nós  e nossos ancestrais, reverenciados em muitas culturas como nossos guardiões verdadeiros. Acho romântico, mas não sei se acredito, sou hiper cética.

Ainda não entrei numa de chamar ninguém, porque mal dou conta dos meus amigos desta dimensão. To sempre devendo um telefonema, uma visita pros filhos que nasceram. Imagina a essa altura ainda ter relacionamentos interdimensionais, afe!

Mentirinha… desde que li o livro estou tentando me conectar para experimentar essa comunicação, to procurando a frequencia no dial, uma hora encontro, se houver, e aprendo a ouvir as dicas, os conselhos, as advertências, quem sabe? que las hay…

mas tem gente, nesta mesma dimensão, que se conecta tão bem com a gente, que me faz pensar se elas mesmas seriam já o tal recado que esperamos, vindos de outros lugares, e que a gente tá destreinada pra entender…

sai, cabôca perguntadeira!

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