O lugar de post mais lido da história deste blog, que faz 6 anos em julho, oscila entre esse post e esse.

O primeiro, chamado Pronto, falei! eu escrevi em fevereiro do ano passado e teve, só ontem, 49 visitas, e mantém esse tráfego, permanentemente. Um fenômeno! Emiti uma opinião sobre a calça saruel e a sandália gladiador. Opinião mesmo, baseada em gosto pessoal, parcial.  O post é, disparado, o que mais recebeu comentários e mais foi citado em outros blogs.

O mais lido, no entanto, foi um post chamado Fazendo kelvi sem parar, que vem a ser uma técnica sexual que eu conheci num orelhão. Coisas de Copacabana.  Mas os comentários são poucos, pq as pessoas não comentam certas coisas…

Adoro ficar aqui lendo as estatísticas do blog, vendo o gráfico mudar de desenho e concluir o óbvio: o povo gosta, mesmo, é de sacanagem…


Orelhão  no bas fond de Copacabana é cheio de propagandas de profissionais do sexo de todos os estilos. Em geral são panfletinhos p/b xerocados e colados um em cima do outro, do qual constam uma foto, descriçao dos atributos do profissional/serviço,  nome e telefone para contato.

Na madrugada de sábado, saindo do Cervantes, vi os papeizinhos dentro do orelhão da esquina da Prado Junior com Barata Ribeiro. Quando me deparei com esse folheto aí,  bolei! Já vivi e vi muita coisa nessa vida, tenho amigos vividos e viajados, de todos os sexos e crenças e classes sociais. Tenho um diálogo aberto com todos eles, inclusive sobre sexo. Mas esse negócio de fazer “kelvi sem parar” é uma novidade absoluta pra mim e pra todos os amigos que estavam lá! Ficou todo mundo curioso e viemos embora. Na mesma hora pensei no blog e arranquei o papel pra escanear. As amiguinhas do kelvi ganharam inclusão digital…

Cheguei em casa às 6h30 da manhã e vim direto procurar na rede. Tá lá: kelvi é felação sem camisinha. Neste caso,  a duas bocas. Isso tudo por qua-ren-ta-re-a-is! E sem parar…

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