love songs

27/07/2013

amigos, café, chocolate, vinho do porto, fumo. a música é variada. coisas que a gente nunca mais cantou, e cujas letras emergem dos subterrâneos da memória, trazendo junto avalanches de lembranças e cheiros e cores de outras vidas. e os amores. penso nas paixões que vivi, no fracasso da minha vida amorosa, nas péssimas escolhas que fiz, nas incontáveis frustrações. volta a velha e permanente sensação de que o meu pacote de serviços não inclui amar e ser amada. embora esteja acostumada, tenho me sentido só. quem, nunca? deve ser o inverno. ou a idade. ou o vento. passa. canto canções de amor e, por dentro, me sinto uma impostora. as canções de amor quase perderam o sentido pra mim, é como se eu cantasse sobre um unicórnio, sobre uma fada, um dragão, ou atlântida. ausência ilustre, lâmpada queimada, terreno baldio, corda quebrada de violão. amor: meu continente perdido.

Uma resposta to “love songs”

  1. minina bunita.
    nao publique p.fvr. só to escrevendo aqui pq ñ uso fb nem tw nem nada (arnaldo antunes: socorro/nao estou sentindo nada/nem calor nem dor nem…mentira, no momento eu to me sentindo até q mto bem) , somente esse conversador aqui do gmail e infelizmte vc nao tá nele como conversadora comigo. tõ na casa da minha mãe em cach de macacu, vim do rio pra cá ao cair da noite e cheguei aqui na hr do j.nacional e eu, mesmo ateu (ateísta, costuma corrigir meu filho – q com 17 anos tá se considerando “meio agnóstico”) confesso, tõ achando esse papa argentino uma grata surpresa: algo assim como ‘o q todos os papas deveriam ser’, mas a cobertura das tv’s (a globo é pior? não sei se é mesmo ou se é cacoete das pessoas dizer isso – eu gosto de sempre tentar ser justo) tá sempre umas 2 doses acima, acho.
    então, cheguei,o sacana do meu irmao q ia me esperar pra fumarmos tabaco perfumado (mesmo!) com café forte foi dormir cedo, fazia, faz, um frio de rachar, eu cheguei cansado de dirigir na chuva, fui dormir umas 10 e meia, acordei umas 3 hs depois, de um pesadelo horrível, tiros num lugar estranho, ermo e alto, onde eu fora buscar anna no trabalho e encontrara um casal conhecido (q um dia pensei que era um casal amigo – vc acha q existe coisa mais estranha do q ficar amigo de um casal de uma vez só, quer dizer, se de uma pessoa já é um miraculo imagina de duas…) com um filho bebe no meio de um tiroteio repentino. e não, eu nunca tenho pesdelos pelo menos nunca desse tipo…falando agora acho q eu linkei: uma vez, há uns 10 anos eu sofri um sequestro relampago no carro e ela (a femea do casal,rs) ligou la pra casa por outro motivo e por algum motivo eu contei pra ela e ela me fez a delicada pergunta: ‘vc nao sabe rezar não?’
    ,eu fiquei estupefato,rs, e nem soube o q responder.
    por um desses acasos q quase me fazem acreditar em ‘o segredo’ e conspirações do universo, tempos depois ele (o macho etc,rs) foi assaltado na porta do colégio e quase levaram-no junto com o filho bebê. e eu ficara tão puto com a pergunta dela q quase perguntei se ela tb ñ sabia rezar. e isso tudo mesmo ela sabendo que eu era ateu (ou talvez por isso, uma espécie de recriminação) e talvez aí esteja o link – eles são super papa-hóstia, e no meu subconsciente talvez né, papa, peregrinhos, casal carola e… bing.

    eu sei mto e não sei nada do que sinto sobre esse seu texto (como de tantos dos outros seus): sei q sinto um pouco como aquela afinidade do casal do nunca te vi sempre te amei, exceto que: eu já te vi e eu te amo de alguma maneira nada carnal, é mais algo assim como uma comunhão espiritual ou, mais precisamte ainda. intelectual, pq acontece muito amiúde (rs, não posso deixar de rir de mim para comigo qdo me vem palavras assim) uma coisa assim “couldn’t agree more” com a maioria, praticamte todos textos seus que eu leio.
    desde um sobre calça saruel, passando por um sobre ‘kelve’ (?) lá de qdo te conheci até… todos, do início, do meio e do fim.
    ufa!
    vou comer um pedaço de chocolate (se estivesse em casa faria um chocolate quente, nestlé, cujo cheiro tem me trazido lindos flashes do pátio da escola pública no meado dos anos 60 nos confins do estado do rio).
    abração bem quentinho e um beijão,
    criei um canal na rádio kboing – mas por enquanto só tem rock e, me lembro bem, só posso t mostrar só qdo eu colocar outras coisas.hahaha.
    Adelson

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